AAUM / Notícias / Acção Social

2013-02-15 19:15:41

Pack de senhas

Por questões de ordem operacional, informam-se todos os alunos que a redução de 1 euro na compra do packs de 10 senhas para as refeições nas cantinas entrará em vigor a partir do dia 25 de Fevereiro. A partir desta data o pack de 10 senhas custará 22.5 euros. De 18 a 22 de Fevereiro, os alunos que comprem os packs de senhas, poderão ser reembolsados no valor em causa (1 euro), nos Gabinetes de Apoio ao Aluno da Associação Académica e na Reprografia dos Congregados, mediante apresentação do respectivo recibo. Os packs de senhas de transporte, da exclusiva responsabilidade da AAUM, entram em vigor normalmente, tal como anunciado, a partir da próxima segunda-feira, dia 18 de Fevereiro.

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2013-02-13 13:35:10

AAUM anuncia packs de senhas a preço mais reduzido

A direcção da Associação Académica da Universidade do Minho anunciou, hoje em conferência de imprensa, algumas das medidas de âmbito social com que se comprometera na tomada de posse do passado dia 11 de Janeiro. Foi, assim, anunciada, a criação de packs de senhas de transportes. A partir da próxima segunda-feira, dia 18 de Fevereiro, começarão a ser vendidos packs de senhas de transporte a preço mais reduzido nos Gabinetes de Apoio ao Aluno em Gualtar e Azurém. Serão packs de 5 senhas que terão um custo total de 5,50 €, significando uma poupança de 0,30 € no bilhete de cada viagem. O Presidente da AAUM, Carlos Alberto Videira, anunciou ainda que a AAUM, conjuntamente com o Reitor da Universidade do Minho e o Administrador dos Serviços de Acção Social, acordaram a diminuição do preço de packs de senhas de refeições das cantinas universitárias. Também a partir do próximo dia 18 de Fevereiro, segunda-feira, o pack de 10 senhas passará a ter um custo de 22,50 €, o que significa uma poupança de 0.10 € no preço de cada refeição pack e de 0.20 € relativamente ao preço padrão de cada refeição. A Associação Académica referiu também que já teve a oportunidade de discutir a regulamentação do Fundo Social de Emergência com o Reitor da Universidade do Minho, o Administrador dos Serviços de Acção Social e o Provedor do Estudante, insistindo no cariz de auxílio excepcional para situações difíceis, prementes e bem dirigidas. De acordo com o Reitor, muitos dos contributos da AAUM foram acolhidos e o fundo entrará em vigor muito em breve. A Associação Académica da Universidade do Minho manifestou o seu agradecimento a todas as instituições parceiras que permitiram concretizar estas medidas, acreditando que foram dados passos muito importantes na luta por um Ensino Superior mais inclusivo e no combate ao abandono escolar. A AAUM volta a estar na linha da frente desse combate, evidenciando assim o poder de realização e de concretização de projectos de cariz social, na representação e defesa dos interesses dos estudantes.

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2012-11-20 00:17:28

Ensino Superior - uma solução para o país

O financiamento do Ensino Superior tem estado em intensa discussão nas últimas semanas. As associações académicas encaram com preocupação o momento atravessado actualmente, e o futuro do Ensino Superior Português. Os cortes inicialmente previstos de 9,4%, embora agora de alguma forma atenuados, conforme foi tornado público, e apesar da aparente resignação dos reitores, não satisfazem os estudantes . Na nossa opinião estas alterações produzem um efeito atenuante, não resolvendo o problema. Dentro deste quadro, assistimos a uma clara falta de estratégia e de visão para o futuro deste sector nuclear e crítico para o desenvolvimento do país. Em Portugal, a educação e o ensino superior em particular, não são uma clara prioridade. Apesar deste recuo no corte orçamental às universidades e politécnicos, muitos estudantes continuam a atravessar um momento muito difícil. Acreditamos que para 2013, o apoio social continuará a ser insuficiente para dar resposta às carências económicas de muitos estudantes do ensino superior. Não vemos nem a tutela nem as Instituições de Ensino Superior (IES) a demonstrar a devida preocupação com o fenómeno do abandono escolar. A monitorização deste abandono é inadequada e insuficiente, não existindo em muitas IES mecanismos de resposta a esta realidade. Sublinhamos então o nosso descontentamento com a parca preocupação e acção política das IES junto do governo no que toca ao apoio social aos estudantes. No momento em que a conjuntura compromete a permanência dos estudantes do Ensino Superior, por intermédio das dificuldades financeiras e de emprego dos agregados familiares, cabe ao estado encontrar medidas eficazes e justas de apoio social. Um apoio social que consideramos um forte investimento para o desenvolvimento do país. É importante também realçar que no actual momento e face às dificuldades que os estudantes atravessam, o limiar de elegibilidade para acesso a uma bolsa de estudo é consideravelmente baixo. Uma limitação que, assumidamente, contempla em grande parte apenas aqueles que vivem com comprovadas graves dificuldades financeiras - é preciso ser de facto muito pobre para se ter acesso a uma bolsa de estudo - invertendo assim uma lógica de princípio por uma educação tendencialmente gratuita. As associações académicas manifestam muita preocupação com o próximo ano. Já hoje sentimos nas nossas IES as consequências dos cortes efectuados. A estabilidade e qualidade do ensino superior nacional encontram-se efectivamente comprometidas quando por razões orçamentais são dispensados professores convidados, bibliotecas e salas de estudo fecham mais cedo, obras de manutenção não são realizadas, material de laboratório não pode ser adquirido, investimentos necessários são abandonados ou adiados. Contudo as associações académicas compreendem o momento que o país actualmente atravessa, assumindo o seu papel de estruturas interventivas, de forma construtiva. Acreditamos que enquanto agentes do ensino superior temos o direito e o dever de pensar o sistema de ensino superior na sua globalidade, e como tal, temos apresentado alternativas aos cortes a que temos assistido. Acreditamos que essas propostas possam ter uma forte influência na qualidade do ensino superior e das suas formações. Alterações à carreira docente e a reorganização da rede e estrutura do ensino superior baseada na promoção da qualidade e de um investimento mais criterioso,com uma gestão mais eficiente e eficaz são exemplos de caminhos que o ensino superior nacional deve estar disponível para trilhar. Portugal tem ainda um longo caminho a percorrer no que toca à formação e qualificação da sua população. É necessário que se continue a comunicar à sociedade civil que esse caminho depende também de enquanto nação assumirmos a educação como a grande prioridade nacional. Aliás, ainda mais em tempos de dificuldades, o investimento na educação é um investimento no futuro. Refere a OCDE, no relatório Education at a Glance, datado de Setembro deste ano, que em nenhum outro país a vantagem salarial de quem tem formação superior é tão significativa. Isto representa, que para além das inúmeras e relevantes externalidades positivas da educação, há inclusive razões de aumento de receita fiscal associadas a um maior investimento no ensino superior. Assim, além de todas as outras razões, há também dados científicos a justificar a racionalidade económica de investir na abrangência do ensino superior. O próprio governo reconheceu no documento que assinou em Abril passado aquando da conferência inter-ministerial em Bucareste relativa ao espaço europeu de educação superior, que o Ensino Superior é uma possível saída para a crise. Daí ser incompreensivel para as Associações e Federações Académicas a opção por cortes que colocam as instituições no limiar da sobrevivência. Neste sentido, temos apresentado as nossas propostas. O nosso caminho é de construção, contributo e negociação. Continuaremos a pugnar por um ensino superior mais justo e de qualidade. Face a esta situação, as associações académicas abaixo indicadas, preocupadas, requereram ao Sr. Primeiro Ministro a reunião por este prometida aquando do seu encontro com o movimento associativo nacional na campanha para as eleições legislativas, que decorreu em Maio de 2011. FAP, AAC, AAUAv, AEIST, AAUTAD, AAUM, AAUE, AAUAlg, AAUBI, FNAEESP, FNESPC, AAL

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2012-09-07 13:58:00

Obrigado Srs. Ministros!

Até ao próximo domingo decorre, em Coimbra, um Encontro Nacional de Direcções Associativas (ENDA). Durante os trabalhos do dia de ontem foi aprovado um voto de louvor ao Governo pela medida apresentada no artigo 5º da Portaria n.º 268-A/2012 da PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS, DA ECONOMIA E DO EMPREGO E DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA de 31 de Agosto. Lê a nota de imprensa que se encontra em anexo.

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2012-07-19 19:42:56

Bolsas de Estudo 12/13 – não fiques de fora!

Sabias que o prazo de candidatura a bolsa de estudo para o próximo ano lectivo termina a 30 de Setembro? E que a análise das mesmas é feita por ordem de entrega? Pois então, de que esperas para submeter a tua candidatura? Fonte dos Serviços de Acção Social da nossa Universidade (SASUM) revela que apenas 10% dos potenciais candidatos efectuou a candidatura! Se não queres ficar de fora acede já a www.dges.mctes.pt! Este ano, todas as candidaturas são realizadas, integralmente, por via electrónica, no site supra citado, onde, inclusivamente, dispões de um Guia do Candidato, que te auxilia em todo o processo. Se, ainda assim, precisares de ajuda, não hesites em contactar o departamento pedagógico da AAUM através do e-mail pedagogico@aaum.pt.

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2012-06-15 16:48:36

Acção Código de Barras

A Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM) irá promover no próximo dia 19 de Junho, terça-feira, a partir das 15h00 no centro da cidade da Braga, uma acção de protesto contra o aumento das propinas, intitulada "Acção Código de Barras”. O objectivo desta iniciativa passa por sensibilizar a sociedade para os problemas que os estudantes e as famílias mais carenciadas passam para frequentar a Universidade do Minho nos dias de hoje. Em dois anos, a Universidade do Minho perdeu cerca de mil bolseiros e, o ano passado, cerca de 700 estudantes deixaram o Ensino Superior só nesta Universidade. Pretendemos, desta forma, denunciar o constante desinvestimento do Estado no Ensino Superior, seja ao nível do financiamento das Universidades, que depois se reflecte em elevados valores de propinas, seja ao nível do sistema de acção social, no qual o número de estudantes bolseiros tem vindo a descer constantemente, recuando a valores do ano 2000. A acção terá início por volta das 15 horas no Café Vianna com uma tertúlia sobre o Ensino Superior que contará com a presença de vários membros do movimento associativo estudantil nacional, seguindo-se a actuação de grupos culturais da Universidade do Minho e uma acção de sensibilização junto da população no centro da cidade. Para que nenhum estudante competente e empenhado seja obrigado a deixar o Ensino Superior por falta de recursos financeiros!

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