Cultura

Récita 1º de Dezembro: a magia e a festa dos grupos culturais no Theatro Circo

Récita 1º de Dezembro: a magia e a festa dos grupos culturais no Theatro Circo
Créditos: Alberto Queirós

Na passada sexta-feira, o Theatro Circo recebeu o Récita 1º de Dezembro, organizado pela Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), com vista a comemorar a Restauração da Independência, homenageando os heróis de 1640. Desta forma, os grupos culturais subiram ao palco e protagonizaram um momento de grande alegria e diversão.

O espetáculo começou da melhor maneira, com a atuação da Gatuna e do Grupo de Música Popular da Universidade do Minho. Uma parceria inédita entre os dois grupos, que acordaram a plateia com músicas de bater o pé. A cortina abriu-se, assim, para uma apresentação incrível, dando lugar ao Coro Académico da Universidade do Minho (CAUM) e à Tuna Universitária do Minho (TUM).

Juntamente com os instrumentos da tuna masculina, as vozes do coro deram um toque de magia, ao interpretar “Amar-te assim perdidamente”. Ainda com um solo de ambos os grupos pelo meio, a TUM despediu-se do grande palco a cantar “O Adeus”, quebrando o coração do público.

Foi a cantar “Trovas de Amor”, que a Tun´ao Minho entrou no Theatro Circo, fazendo-se acompanhar dos Bomboémia. Numa perfeita combinação da percussão com as guitarras, a Tun´ao Minho não se atrasou e apanhou o “Trem das 11”. No final da atuação conjunta, os Bomboémia fizeram mexer o público ao ritmo das batocadas brasileiras.

De seguida foi a vez da atuação entre a Augustuna e a Literatuna, começando com um solo de “Cavaleiro Monge”. A Augustuna entrou “Em viagem” no barco poético da Literatuna, fascinando todos os presentes. Foi com algumas brincadeiras e ao som de “Vejam bem”, que ambas as tunas se despediram do palco.

Depois do intervalo, foi tempo dos Jogralhos da Universidade do Minho entrarem em ação. Em dia de aniversário, o grupo trouxe animação, recitando textos e piadas que deixaram a plateia às gargalhadas.

À luz das velas e numa dança entre os estandartes, a Tun´Obebes e a Azeituna interpretaram “Tudo o que eu te dou”, encantando tudo e todos. Ainda num clima romântica, as duas tunas cantaram “Assim nasceu o país”, deixando o Theatro Circo de coração nas mãos, ao saírem pela porta principal.

A Ordem Profética da Universidade do Minho (OPUM DEI) retratou temas hilariantes da Academia Minhota nas suas canções. Com um vestuário extravagante, a OPUM DEI revolucionou o palco, depositando uma energia enorme em toda a audiência.

Na última atuação da noite, os tambores e as gaitas de foles fizeram-se ouvir. A Percussão Universitária do Minho (IPUM) juntamente com as vozes da Tuna de Medicina da Universidade do Minho (TMUM), mantiveram o ritmo, transmitindo uma harmonia agradável. Na hora da despedida, todos os espectadores juntaram-se aos dois grupos, cantando numa só voz a música “Bella Ciao”.